Bom, hoje não vou escrever nada. Estou com sono, cansada, com dor nas costas. Hoje tá brabo!
Mas não podia deixar de colocar aqui um texto lindo que a Bethânia recitou no seu show Maricotinha. Delícia de texto. Boa leitura.
"Eu sei que por trás desse universo de aparências, das diferenças todas, a esperança é preservada.
Nas xícaras sujas de ontem, o café de cada manhã é servido. Mas existe uma palavra que eu não suporto ouvir e dela não me conformo.
Eu acredito em tudo, mas eu quero você agora. Eu te amo pelas tuas faltas e pelo teu corpo marcado, pelas tuas cicatrizes, pelas tuas loucuras todas, minha vida.
Eu amo as tuas mãos, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas. Amo o teu jogo triste, as tuas roupas sujas é aqui em casa que eu lavo.
Eu amo a tua alegria, mesmo fora de si, eu te amo pela tua essência, até pelo que você poderia ter sido, se a maré das circunstâncias não tivesse te banhado nas águas do equívoco.
Eu te amo nas horas infernais e na vida sem tempo, quando sozinha bordo mais uma toalha de fim de semana. Eu te amo pelas crianças e pelas futuras rugas.
Te amo pelas tuas ilusões perdidas e pelos teus sonhos inúteis. Amo o teu sistema de vida e morte. Eu te amo pelo que se repete e que nunca é igual.
Eu te amo pelas tuas entradas, saídas e bandeiras. Te amo desde os teus pés até o que te escapa.
Eu te amo de alma pra alma e mais que as palavras, ainda que seja através delas que eu me defenda, quando digo que te amo mais que o silêncio dos momentos difíceis quando o próprio amor vacila."
domingo, 26 de agosto de 2007
sábado, 25 de agosto de 2007
Saudades da minha preta linda
Perdi você, meu amor, assim, sem chance de fazer diferente. Entendo que não deu mais pra ficar comigo, mas confesso que a incerteza de não ter você pra mim estava acabando com meus planos mais bonitos e sinceros. O amor que construí por você foi gratuito, de cara, desde o primeiro dia, desde a primeira vez. Mas também, como não amar um ser tão especial, tão diferente, devotado e sempre pronto a me acarinhar?
Você se foi quando eu menos podia querer que fosse, foi num momento tão delicado, tão difícil, tão tão... mas tá bem.
Te vejo agora de longe, vejo suas fotos, as lembranças dos bons dias, da casa que já foi nossa, dos nossos cantos, dos nossos panos, planos, pêlos, pele e ossos.
É, minha preta, agora estou aqui, curtindo a saudade e torcendo pra que isso tudo passe logo. Mas me conforta o fato de saber que você está bem, que cresce, que esbanja saúde e exala sabedoria. Está cada vez mais linda, teu brilho é cada vez maior. Isso me é suficiente. Te amo, tá? Não esquece.
Não sei se o tempo e as circunstâncias te trarão novamente pra perto de mim, mas caso isso não aconteça, meu amor não muda, se renova todas as manhãs.
Você se foi quando eu menos podia querer que fosse, foi num momento tão delicado, tão difícil, tão tão... mas tá bem.
Te vejo agora de longe, vejo suas fotos, as lembranças dos bons dias, da casa que já foi nossa, dos nossos cantos, dos nossos panos, planos, pêlos, pele e ossos.
É, minha preta, agora estou aqui, curtindo a saudade e torcendo pra que isso tudo passe logo. Mas me conforta o fato de saber que você está bem, que cresce, que esbanja saúde e exala sabedoria. Está cada vez mais linda, teu brilho é cada vez maior. Isso me é suficiente. Te amo, tá? Não esquece.
Não sei se o tempo e as circunstâncias te trarão novamente pra perto de mim, mas caso isso não aconteça, meu amor não muda, se renova todas as manhãs.
A vida é um jogo de atari - Pena que eu não entendia

É vivendo que a gente aprende que nada, além do espírito, é pra sempre. E quando a gente aprende, a ficha cai, os princípios mudam, o céu chega a mudar de cor, as estrelas voltam a brilhar. Quem a gente ignora passa a fazer tudo ter sentido, quem a gente amava já não tem importância. O desconhecido é temido, assim como o velho que faz mal, mas não nos magoa, pois dele nada se espera.
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E assim me parece a vida, como num pitfall, do velho atari, cheia de buracos, troncos rolando a todo momento, jacarés ávidos pelos nossos corpos, a fim de sugar toda nossa energia e nos tirar mais uma vida. Sem falar nos escorpiões...
Joguei atari durante anos e nem me dei conta do quando aquele humilde aparelho tentava me atentar. A vida é como nos jogos do atari. Mas basta eu parar pra pensar e percebo o quanto meus jogos preferidos tentavam me alertar.
River raid: A gente joga, passa pelos obstáculos, perde combustível, reabastece, bate num navio, num helicóptero, etc. Mas vamos passando as fases;
Frostbit: A vida no frio, os icebergs, os peixes pra matar a fome, os siris, carangueijos, gaivotas e outros bichos que apareciam pra me carregar. E eu matava a fome, fugia daqueles seres estranhos e, com isso, ia mudando de fase. Depois de fome, frio, de ter que me adaptar a velocidade dos pedaços de gelo e dos predadores ainda tinha que fugir de um urso polar, a fim de me aquecer, num iglu, que era protegido por ele;
Pacman: Esse todo mundo conhece bem. A gente come os pontinhos, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, alguém vai fazer o mesmo com a gente. E não dava outra. Chega uma hora que a gente se rende;
Boxe e tênnis: Ah, esses eram fáceis. Eram como se servissem pra elevar a auto-estima e fazer tudo parecer mais fácil;
Enduro: Como era bom passar por todos aqueles carros. Aquele jogo queria mostrar que não precisa trapacear pra ganhar, que é só a gente se dedicar que consegue superar limites, adversários, desafios e chegar no melhor lugar. Basta concentrar um pouco e redobrar a atenção;
Seaquest: desafiador também. Como no river raid e diversos outros, era necessário abastecer;
Demonatk: Era de espaço, naves de outros planetas..rs... isso eu que acho..rs....;
Hero: Dispensa apresentações. Maravilhoso. Tinha que ser precisa, estourar a bomba no lugar certo e salvar a princesa. Acho que era isso que eu tinha que fazer...rs......;
Freeway: O nome indica caminho livre, mas não era bem assim. Vida de galinha não é fácil. Acho aquele jogo pra lá de didático. A criança aprende a não atravessar na frente de carros, caminhões e a fins...rs...;
Keystone: Já que falamos em didático, o que era esse jogo? Uma demonstração clara de que roubar não é bom, que lugar de quem rouba é na prisão e que a polícia resolve tudo....rs.... só se for do Bope (é que vi o filme hj, aliás, o que é esse filme "Tropa de Elite"?)
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Mas é isso, sem querer, acho que hoje me dei conta de que o atari sempre tentou me avisar que a vida não era fácil, que enfrentaria diversos obstáculos, conheceria pessoas não tão boas, que aprenderia com elas e com as boas também.
É isso. A vida é um jogo de atari. E o resultado dos jogos depende de quem está no controle:
EU!
terça-feira, 14 de agosto de 2007
De volta

Nossa, depois de muito tempo, resolvi aparecer por aqui. Gente, quando a vida da gente não anda muita coisa, é melhor nem dividir. Eu, pelo menos, faço assim. Apesar de ser muito comunicativa, às vezes me entoco e fico até melhorar.
Mas nesse tempo teve coisa boa também. Fui ao Pan, conheci o Engenhão, a Arena Olímpica. Lamento não ter ido ao Parque Aquático Maria Lenk. Fica pra um próximo evento. Quem sabe o Parapanamericano?
Ah, também fiz aniversário, sem muita badalação, mas foi bom. 24 anos. Deu pra curtir e deu até pra notar que a idade tá me trazendo uma certa experiência, tô curtindo o momento.
Estou ouvindo o cd novo do Pato Fu "Daqui pro Futuro". Interessante. Tô me acostumando ainda. E continuo devorando o cd da Luciana Mello e o da Vanessa da Mata, Nêga e Sim, respectivamente. Valem à pena.
A música "Pra ver você chegar" no cd da Luciana e "algo de". Algo de maravilhoso, bem feito, suingue lá pra cima, alto astral total.
Curti a primeira, a segunda e a terceira temporada de "The L Word" e agora vou correr atrás da minha amiga Aninha pra pegar a quarta, correndo, pra saber como vai a filhinha da Betty e da Tina.
Ah, ando saindo um pouco mais que o habitual também, conhecendo gente nova, lugares nem tão novos. Tenho uns amigos novos muito especiais. Ah, mas os antigos também são, ok?
Ah, meu time, FOGÃO, foi líder até semana passada, mas o São Paulo resolveu começar a incomodar. Ainda acredito no título do Brasileirão 2007. Não vejo o São Paulo superior ao Fogão, mas futebol é assim mesmo. Nunca se sabe!
Tô com uns projetos novos de sites, mas só conto quando estiver pronto. Mandinguinha pra dar certo! Vou até acender uma velinha pro anjinho lindo que toma conta de mim.
Falando em mandinga...
Assisti "Ó paí ó". Bom! Parece um documentário sobre a Bahia e os costumes do povo de lá. Olha, não sei não, mas se eu fosse baiana, ficaria meio bolada...rs... se bem que eu acho que baiano não esquenta com isso não.
Mas o que é Lázaro Ramos e Wagner Moura, hein? Meu Deus. Agora, show mesmo quem dá é a atriz que interpreta a mãe dos gêmeos, Cosme e Damião. Lamento não saber seu nome. Vou pesquisar agora. peraí. Olha, entrei no site pra procurar o nome e o site merece uma visita também: http://www.opaio.com.br/. O nome da atriz é Luciana Souza e dá vida à Dona Joana, dona do Cortiço. Pelos personagens e pela atuação do elenco de primeira, vale à pena conferir o filme.
Bom, é isso. Depois eu volto, pra falar um pouco mais.
Valeu por ter vindo! Até a próxima, tá?
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