- Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, fica quieta. Tudo bem, fazer o quê, né? Calei a boca. Depois dessa!
Sexta-feira, 28 de setembro de 2007, umas 21h30 e eu descubro que quem matou a gêmea má foi o tão ou mais mau caráter, Olavo Novaes, interpretado pelo competentíssimo Comandante Nascimento... quer dizer, pelo Vagner Moura.
Saí correndo da prova de vôlei em dupla(estava tão difícil que devo ter demorado uns 5 minutos pra fazer e só enrolei mais um pouco pra confirmar se meus colegas de turma estavam seguros...rs.... ai, ai, a famosa cola..rs...). Não precisaram de mim, claro. Fui embora.
Passada rápida no banheiro pra tirar o uniforme da faculdade, colocar a roupa da night e correr pra encontrar com Helena e Priscila, que esperavam por mim, lá na frente da faculdade. Elas nem estavam tão ansiosas com a minha chegada, pois, apesar de não verem novela como eu - sempre vejo as das "20h", da Globo -, estavam bem interessadas no último e esperado capítulo.
Cheguei perguntando tudo, pra saber o que já tinha acontecido. Ninguém me disse ao certo e ainda me mandaram ficar quieta, como transcrevi acima. Não tivesse eu, entrado depois na globo.com e visto tudo, estaria, até agora, a ver navios, sem saber o que tinha se passado com Bebel e companhia.
Vi uma das cenas mais esperadas da novela: o momento onde o canastrão Fábio Assunção, no papel do mocinho e coitadinho e - porque não dizer - chatinho, Daniel Bastos, dá trabalho ao cinegrafista, teimando em balancar a cabeça (coisa que fez excessivamente durante toda a novela), dificultando a permanência do seu belo rosto na tela.
Tomei uma Coca Zero enquando esperava Helena acabar a cerveja que já estava tomando quando cheguei. Acabamos, pagamos e partimos em direção ao estacionamento, onde estava o carro da Priscila, agora com kit gás de 13, graças a Deus - ela teimava em não deixar nenhuma gotinha de gasolina por lá..rs... e mandava aquela história: "Sabe como é, né, moço, universitária?...rs... CARA DE PAU") e enchia as garrafas pet...rs.... e vambora improvisar pra não derramar gasosa no carro. Mas a bichinha já tem uma prática que impressiona..rs.
Ao entrar no estacionamento, dou de cara com quem sentado no bar do recinto, assistindo a novela? Se pensou no Carlos, professor de vôlei, acertou. Viu como a prova tava difícil?...rs..... Dei um tapinha no braço dele e, lá do alto da minha marra voleibolística, mandei: "É 10, Carlos!!!!! É 10!". Ele riu. Só podia fazer isso mesmo.
No estacionamento a Priscila resolve trocar de roupa. Adorei e fui correndo pra uma outra Tv, assistir mais um pouco. Foi bom. Deu tempo de eu ver Glória Pires e Toni Ramos (Lúcia e Antenor, respectivamente) darem um show de interpretação. Nem na vida real eles fariam tão bem!
Priscila de roupa trocada, fomos nós, sem nem saber como acabaria a trama.
Comentei que uma amiga minha cantava naquela hora no Boteko do Juca, com o Grupo Tambor de Mina e lá fomos nós, conferir a apresentação.
Chegando lá, Daniele, grande amiga da faculdade e uma das maiores incentivadoras do Grupo estava lá e foi uma festa quando a gente se viu. Pedi uma taça de vinho, Helena, uma cerveja, Priscila, nada não.
Tiramos foto de nós mesmas, do Grupo, do pessoal do fã-clube (isso mesmo, fã-clube Tambor de Mina! Chique, bem!), dos pais da Vivi. O clima? Melhor impossível! Até o velho beijoqueiro apareceu. E na hora das fotos. Ele persegue, né?
Quando chegamos estava num dos intervalos. Mas logo começaram a tocar. E Vivi, a pedidos (meus...rs...), mandou, sem pestanejar, "Cabide", da Ana Carolina, gravada pela Mart´nália, um dos temas de "Paraíso Tropical". Me acabei de sambar. Outras maravilhas da nossa música vieram, todo mundo sambando, público excelente no Boteko. Olho no relógio e 00:00. Hora de dar uma passadinha na festa do Paulo.
- Fala, Elisa, tô indo pro Circo.
- Pô, eu acho que vou passar lá também. Teresa Cristina, né?
E ele, fazendo cara de quem não entendeu nada do que falei, fez que sim, soltou um "até lá" e foi embora.
Depois de confirmar o local onde ficava a tal da Cachaçaria, andei por uns 10 minutos, de salto-alto - altíssimo, aliás -, numa rua de paralelepípedo "daquelas".
Cheguei na porta do local e, surpresa!!! R$15 pra pisar lá dentro. Dei um papo no segurança, pedi 5 minutos, só pra dar um abraço e um beijo no meu amigo. Pedido aceito, subi a escadaria. Lá dentro, música de qualidade. Não sei quem cantava, mas era muito bem cantado e tocado.
Cumprimentei todos os amigos que estavam por lá. Muitos. Que bom! O Paulo merece a presença de todo mundo.
Desci, agradeci o simpático segurança e saí pra caminhada pela tortuosa Rua do Lavradio, desnivelada. Voltei ouvindo pelas casas da rua. Só música de primeira linha, bem cantada. Show! Quando peguei a Mem de Sá, mais música boa pela janela. No bar "Sacrilégio", o grupo "Trilogia Carioca", formado pelo cantor Alexandre Pessoal, filho de Erasmo Carlos, e os violinistas e cavaquinistas Ceará e Maninho. Muito bom. Mas não era alí que eu ía passar o restante da noite.
Cheguei no Boteko do Juca. Helena e Priscila me chamaram pra ir pro Circo Voador. Aí, lembrei que recebi, durante o dia, um boletim informativo do Circo no e-mail mais cedo. Na hora, falei:
- Pô, é Teresa Cristina hoje. Vambora!
E fomos. Beijos na Dani e no povo da mesa do Grupo e partimos.
Chegando lá, Helena e Priscila fizeram os "contatos" e a Priscila entrou. Eu e Helena fomos do outro lado, comprar um churrasquinho. Quando estávamos indo, a galera gritou. Começava o show. Pra minha surpresa, uma voz masculina. Pensei logo, que alguém estava abrindo o show da Teresa. Que nada. Aquela voz era conhecida. E eu falei:
- Helena, é o Nando Reis!
- Quem????
- O Nando, pô!
E era mesmo! Pirei!...rs... Só não pulei, nem gritei, mas a vontade era essa.
Tirando a mochila pesada que eu carregava nas costas, tudo perfeito. Acabamos indo pro camarote. Aí, tirei a câmera da mochila e comecei a deixar aflorar meu lado papparazzi de ser. Muito bom!!! Várias fotos do show, de nós, ih, muita coisa. Muito bom!!!! (pareço o Serginho Groinsman falando "muito bom!")
Show maravilhoso, Nando dando um show mesmo, muito melhor que no cd "Sim e Não" e que no "MTV Ao Vivo". E Lan Lan, ai meu Deus, Lan Lan, alí, tocando, e tocando muito. Adorei!Sem contar em dois momentos engraçados, durante o show:
1. Eu, no auge da piração, tirei minha sandália e deixei do meu lado, no chão. Naquele pula-pula do show, claro que um pé sumiu. Eu nem me dei conta. Não fosse uma menina, muito simpática, me cutucar e perguntar se aquela sandália era minha, estaria, até agora, procurando o pé perdido, ou não. Vai saber! Será que a sandália caiu na cabeça de alguém lá embaixo, que curtia o show?..rs.... não vou ter essa resposta.
2. A Priscila, num momento de piração também...rs... deu uma cotovelada em mim. Aí, bateu na máquina e as pilhas caíram. Recuperei duas na hora. Eram quatro. O show acabou, rolou bis, muito bom. Descemos e a Helena desceu na frente, pra caçar as pilhas. E encontrou uma delas, no meio daquela confusão toda. O circo esvaziou e só faltava uma pilha pra gente voltar a registrar nossos momentos. Meti o pé no meio das latinhas e papéis pelo chão e não é que achei a quarta pilha???????????? Cagada felomenal (usando o jargão de uma outra novela das oito)!
Tiramos mais fotos, Priscila pegou flores que compuseram o cenário do show e fizemos mais fotos. Conhecemos um casal, quer dizer, um ex-casal, de SP, meio doidos. Legais..rs.. Dei até um cartão do Tudo de Samba. Vamos ver se entram e se cadastram.




