quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Roubei o texto do meu amigo Lindb...., mas todo faz isso

O poema abaixo foi retirado do blog do meu amigo Lindb.... quer dizer, L-I-N-D-E-N-B-E-R-G! Ufa, como é difícil dizer isso!

E o meu amigo retirou esse texto do livro "Regurgitofagia" de Michel Melamed, que faz uma crítica moderna sobre como a vida é e como a levamos.

Citando Lindberg: "Obs: Regurgitofagia quer dizer algo como, "comer o próprio vômito", meio nojento né?. "

Vamos ao texto, enfim:

"casa comigo que te faço a pessoa mais feliz do mundo. a mais linda, a mais amada, respeitada, cuidada. a mais bem comida. e a pessoa mais namorada do mundo e a mais casada. e a mais festas, viagens, jantares. casa comigo que te faço a pessoa mais realizada profissionalmente. e a mais grávida e a mais mãe. e a pessoa mais primeiras discussões. a pessoa mais novas brigas e as discussões de sempre. casa comigo que te faço a pessoa mais separada do mundo. te faço a pessoa mais solitária com filho para criar do mundo. a pessoa mais foi ao fundo do poço e dá a volta por cima de todas. a mais reconstruiu sua vida. a mais conheceu uma nova pessoa, a mais se apaixonou novamente. casa comigo que te faço a pessoa mais casa comigo que te faço a pessoa mais casa comigo que te faço a pessoa mais infeliz do mundo"

Ai, ai, que texto familiar, né? Valeu por ter vindo aqui novamente. Até o próximo texto. Prometo escrever mais.
Beijo.

domingo, 30 de setembro de 2007

Meu verdadeiro "Paraíso Tropical"

- E aí, quem matou a Thaís?
- Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, fica quieta. Tudo bem, fazer o quê, né? Calei a boca. Depois dessa!

Sexta-feira, 28 de setembro de 2007, umas 21h30 e eu descubro que quem matou a gêmea má foi o tão ou mais mau caráter, Olavo Novaes, interpretado pelo competentíssimo Comandante Nascimento... quer dizer, pelo Vagner Moura.

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Saí correndo da prova de vôlei em dupla(estava tão difícil que devo ter demorado uns 5 minutos pra fazer e só enrolei mais um pouco pra confirmar se meus colegas de turma estavam seguros...rs.... ai, ai, a famosa cola..rs...). Não precisaram de mim, claro. Fui embora.

Passada rápida no banheiro pra tirar o uniforme da faculdade, colocar a roupa da night e correr pra encontrar com Helena e Priscila, que esperavam por mim, lá na frente da faculdade. Elas nem estavam tão ansiosas com a minha chegada, pois, apesar de não verem novela como eu - sempre vejo as das "20h", da Globo -, estavam bem interessadas no último e esperado capítulo.

Cheguei perguntando tudo, pra saber o que já tinha acontecido. Ninguém me disse ao certo e ainda me mandaram ficar quieta, como transcrevi acima. Não tivesse eu, entrado depois na globo.com e visto tudo, estaria, até agora, a ver navios, sem saber o que tinha se passado com Bebel e companhia.

Vi uma das cenas mais esperadas da novela: o momento onde o canastrão Fábio Assunção, no papel do mocinho e coitadinho e - porque não dizer - chatinho, Daniel Bastos, dá trabalho ao cinegrafista, teimando em balancar a cabeça (coisa que fez excessivamente durante toda a novela), dificultando a permanência do seu belo rosto na tela.

Tomei uma Coca Zero enquando esperava Helena acabar a cerveja que já estava tomando quando cheguei. Acabamos, pagamos e partimos em direção ao estacionamento, onde estava o carro da Priscila, agora com kit gás de 13, graças a Deus - ela teimava em não deixar nenhuma gotinha de gasolina por lá..rs... e mandava aquela história: "Sabe como é, né, moço, universitária?...rs... CARA DE PAU") e enchia as garrafas pet...rs.... e vambora improvisar pra não derramar gasosa no carro. Mas a bichinha já tem uma prática que impressiona..rs.

Ao entrar no estacionamento, dou de cara com quem sentado no bar do recinto, assistindo a novela? Se pensou no Carlos, professor de vôlei, acertou. Viu como a prova tava difícil?...rs..... Dei um tapinha no braço dele e, lá do alto da minha marra voleibolística, mandei: "É 10, Carlos!!!!! É 10!". Ele riu. Só podia fazer isso mesmo.

No estacionamento a Priscila resolve trocar de roupa. Adorei e fui correndo pra uma outra Tv, assistir mais um pouco. Foi bom. Deu tempo de eu ver Glória Pires e Toni Ramos (Lúcia e Antenor, respectivamente) darem um show de interpretação. Nem na vida real eles fariam tão bem!

Priscila de roupa trocada, fomos nós, sem nem saber como acabaria a trama.

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Comentei com a Helena, durante uma esclarecedora e longa conversa que tivemos antes da minha prova e dela ir pra aula, sobre o aniversário de um amigo meu, Paulo Menezes, numa cachaçaria, na Lapa. Ela logo se prontificou a ir pra Lapa. Eu achei ótimo!

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Chegamos lá. Estacionamento: R$ 5, com os amigos-donos-das-vagas-da-cidade, ou seja, flanelinhas. R$3 na entrada, R$2 na saída, só pra garantir.

Comentei que uma amiga minha cantava naquela hora no Boteko do Juca, com o Grupo Tambor de Mina e lá fomos nós, conferir a apresentação.

Chegando lá, Daniele, grande amiga da faculdade e uma das maiores incentivadoras do Grupo estava lá e foi uma festa quando a gente se viu. Pedi uma taça de vinho, Helena, uma cerveja, Priscila, nada não.


Tiramos foto de nós mesmas, do Grupo, do pessoal do fã-clube (isso mesmo, fã-clube Tambor de Mina! Chique, bem!), dos pais da Vivi. O clima? Melhor impossível! Até o velho beijoqueiro apareceu. E na hora das fotos. Ele persegue, né?



Quando chegamos estava num dos intervalos. Mas logo começaram a tocar. E Vivi, a pedidos (meus...rs...), mandou, sem pestanejar, "Cabide", da Ana Carolina, gravada pela Mart´nália, um dos temas de "Paraíso Tropical". Me acabei de sambar. Outras maravilhas da nossa música vieram, todo mundo sambando, público excelente no Boteko.

Olho no relógio e 00:00. Hora de dar uma passadinha na festa do Paulo.
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No meio da rua, ouço uma buzina. Meu amigo Vicente, da Castelo Branco:

- Fala, Elisa, tô indo pro Circo.
- Pô, eu acho que vou passar lá também. Teresa Cristina, né?

E ele, fazendo cara de quem não entendeu nada do que falei, fez que sim, soltou um "até lá" e foi embora.

Depois de confirmar o local onde ficava a tal da Cachaçaria, andei por uns 10 minutos, de salto-alto - altíssimo, aliás -, numa rua de paralelepípedo "daquelas".

Cheguei na porta do local e, surpresa!!! R$15 pra pisar lá dentro. Dei um papo no segurança, pedi 5 minutos, só pra dar um abraço e um beijo no meu amigo. Pedido aceito, subi a escadaria. Lá dentro, música de qualidade. Não sei quem cantava, mas era muito bem cantado e tocado.

Cumprimentei todos os amigos que estavam por lá. Muitos. Que bom! O Paulo merece a presença de todo mundo.

Sinto um cutucão no ombro. Quando olho, um negão, maior que eu, me avisa que meus 5 minutos acabaram. Deu tempo de cantar parabéns, pegar um pedaço do bolo, me despedir e ir embora. Mas já estava pra acabar a festinha mesmo.

Desci, agradeci o simpático segurança e saí pra caminhada pela tortuosa Rua do Lavradio, desnivelada. Voltei ouvindo pelas casas da rua. Só música de primeira linha, bem cantada. Show! Quando peguei a Mem de Sá, mais música boa pela janela. No bar "Sacrilégio", o grupo "Trilogia Carioca", formado pelo cantor Alexandre Pessoal, filho de Erasmo Carlos, e os violinistas e cavaquinistas Ceará e Maninho. Muito bom. Mas não era alí que eu ía passar o restante da noite.
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Cheguei no Boteko do Juca. Helena e Priscila me chamaram pra ir pro Circo Voador. Aí, lembrei que recebi, durante o dia, um boletim informativo do Circo no e-mail mais cedo. Na hora, falei:

- Pô, é Teresa Cristina hoje. Vambora!

E fomos. Beijos na Dani e no povo da mesa do Grupo e partimos.

Chegando lá, Helena e Priscila fizeram os "contatos" e a Priscila entrou. Eu e Helena fomos do outro lado, comprar um churrasquinho. Quando estávamos indo, a galera gritou. Começava o show. Pra minha surpresa, uma voz masculina. Pensei logo, que alguém estava abrindo o show da Teresa. Que nada. Aquela voz era conhecida. E eu falei:

- Helena, é o Nando Reis!
- Quem????
- O Nando, pô!

E era mesmo! Pirei!...rs... Só não pulei, nem gritei, mas a vontade era essa.

Entramos, pegamos bebida no bar e subimos. Até chope eu tomei. Tava mesmo bem feliz por estar no show do Nando. Principalmente, porque foi inesperado.


Tirando a mochila pesada que eu carregava nas costas, tudo perfeito. Acabamos indo pro camarote. Aí, tirei a câmera da mochila e comecei a deixar aflorar meu lado papparazzi de ser. Muito bom!!! Várias fotos do show, de nós, ih, muita coisa. Muito bom!!!! (pareço o Serginho Groinsman falando "muito bom!")

Show maravilhoso, Nando dando um show mesmo, muito melhor que no cd "Sim e Não" e que no "MTV Ao Vivo". E Lan Lan, ai meu Deus, Lan Lan, alí, tocando, e tocando muito. Adorei!

Pulei, gravei, cantei, abracei as meninas. Foi pura diversão. Um daqueles momentos pra lembrar depois. E foi eternizado pelas fotos maravilhosas que fizemos.

Sem contar em dois momentos engraçados, durante o show:

1. Eu, no auge da piração, tirei minha sandália e deixei do meu lado, no chão. Naquele pula-pula do show, claro que um pé sumiu. Eu nem me dei conta. Não fosse uma menina, muito simpática, me cutucar e perguntar se aquela sandália era minha, estaria, até agora, procurando o pé perdido, ou não. Vai saber! Será que a sandália caiu na cabeça de alguém lá embaixo, que curtia o show?..rs.... não vou ter essa resposta.

2. A Priscila, num momento de piração também...rs... deu uma cotovelada em mim. Aí, bateu na máquina e as pilhas caíram. Recuperei duas na hora. Eram quatro. O show acabou, rolou bis, muito bom. Descemos e a Helena desceu na frente, pra caçar as pilhas. E encontrou uma delas, no meio daquela confusão toda. O circo esvaziou e só faltava uma pilha pra gente voltar a registrar nossos momentos. Meti o pé no meio das latinhas e papéis pelo chão e não é que achei a quarta pilha???????????? Cagada felomenal (usando o jargão de uma outra novela das oito)!

Tiramos mais fotos, Priscila pegou flores que compuseram o cenário do show e fizemos mais fotos. Conhecemos um casal, quer dizer, um ex-casal, de SP, meio doidos. Legais..rs.. Dei até um cartão do Tudo de Samba. Vamos ver se entram e se cadastram.

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Bom, o pessoal do Circo colocou, delicadamente, a gente pra fora..rs... E acabei dormindo na casa da Helena, na Rocinha. Sobe, sobe, sobe e não chega. Sobe mais um pouquinho. Quase no céu, chegamos! Dormi um pouco... Um frio....brrrbrrrrrbrrrbrrrrr, zzZzzzzzZzzzZzzzzzzzzzZzzzzzz.


A conclusão que cheguei, é óbvia. Me senti tão em casa, tão à vontade. Acho que encontrei meu "Paraíso Tropical"


Ah, e o show da Teresa Cristina foi sábado, 29....rs....

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

"Samba Meu" e de todos nós, graças a Deus

Estou curtindo muito o novo cd da Maria Rita. Uma música maravilhosa tá me chamando muita atenção. Confira a letra. Se se interessar, faz uma busca na internet ou baixe no emule. Vale à pena! Tudo de bom.
Ah, e não esquece de entrar no meu site. Sabe com é, né? Cd de samba da Maria Rita (Samba Meu) e meu site de samba (www.tudodesamba.com.br). Tudo a ver..rs...
Delicie-se:

Maria Rita - O Homem Falou (Gonzaguinha)

Pode chegar que a festa vai é começar agora
E é pra chegar quem quiserDeixa a tristeza pra lá
E traga o coração
Sua presença de irmão
Nós precisamos de você nesse cordão
Pode chegar que a casa é grande e é toda nossa
Vamos limpar o salão para um desfile melhor
Vamos cuidar da harmonia da nossa evolução
Da unidade vai nascer a nova idade
E é pra chegar sabendo
Que a gente tem o sol na mão
E o brilho das pessoas é bem maior
Irá iluminar nossas manhãs
Vamos levar o samba com união
No pique de uma escala campeã
Não vamos deixar ninguém
Atrapalhar a nossa passagem
Não vamos deixar ninguém
Chegar com sacanagem
Vam`bora que a hora é essa, vamos ganhar
Não vamos deixar “uns e outros” melar
Ê ô ê ô ê a
E a festa vai apenas começar
Vamos lá meu amo !
Ê ô ê ô ê a
Não vamos deixar ninguém dispersar
O homem falou
Ê ô ê ô ê a
E a festa vai apenas começar
Vamos lá meu amo !
Ê ô ê ô ê aE a festa vai apenas começar
Vamos lá meu amo
Ê ô ê ô ê a
Não vamos deixar ninguém dispersar

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Não Tenha Pressa( Vander Lee )

Cara, não deu pra não colocar essa música aqui. Linda, linda, linda. Bem cantada, tocada e a letra é uma delícia.
Beijos em todos que perdem seus preciosos tempos passando por aqui.

Não tenha medo, não venha cedo

Não mude o enredo, pode ser ruim

Não tenha pressa, não tem promessa

Não dê, não peça, não me meça assim

Só coma os frutos, só siga um trilho

Não colha flores em outro jardim

Não me escravize, não faça brisa,

Que o vento vem e te leva de mim

Não conte os passos, não cante glória

Não corte o impulso da nossa história

Não venda a alma, não perca a calma

Respeite os traumas dessa trajetória

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Rapidinha, só pra falar do Presidente


Lula estava nadando no lago Paranoá e começou a se afogar.Foi salvo por três meninos.Agradecido, disse que eles poderiam lhe pedir qualquer coisa.Um deles, mineiro, falou:- Meu pai perdeu o emprego.Quero um trabalho para ele.- Está mais do que feito! - disse o Presidente.Outro, do Piauí, reclamou que estava sem escola.- A vaga já está garantida! - respondeu Lula.O terceiro era gaucho:- Quero um enterro de estadista, com salva de tiros, flores, banda de música e tudo!!!Estupefato, Lula perguntou:- Você é tão novo!!! Por que essa preocupação com a morte???E o garoto:- Mais bá tchê, o que o senhor acha que vai acontecer comigo quando eu chegar lá no Rio Grande do Sul e disser que salvei o senhor???

domingo, 23 de setembro de 2007

"IA - 08 - The end" e "Paixão é que nem gente(...)"

Bom, vou falar mais um pouco hoje.

Cara, sei lá, acho que o inferno astral - 08 que rondava a minha vida - falo isso sem exagero e com total conhecimento de causa - enfim passou, e deu lugar a um monte de coisas boas: meu trabalho na faculdade, meus amigos por perto, meu site reformulado e melhorando cada dia mais, etc.

Parece que a fase é boa e tenho que aproveitar de todas as maneiras, viver, em todos os sentidos. Até sinto saudades do pessimismo cômodo e preguiçoso que o "IA - 08" mantinha em mim, mas passou, tenho certeza que foi embora com o mês de agosto. Aliás, ô mês danado, cara! Ninguém merece. Todo ano grandes acontecimentos. Mas não quero pensar assim, senão não saio mais de casa durante 31 dias de agosto pelos próximos anos.

Sabe que tem me dado, às vezes, a leve sensação de estar me apaixonando? É, essa mania de me apaixonar à toa, essa coisa gostosa que só paixão dá na gente. Que sensação gostosa!

Agora, cá entre nós, se apaixonar é maravilhoso? É, mas dói! Dói porque é bom, porque me faz sentir o que eu já não pensava sentir. Volto a dormir menos tempo, pensando, pensando. E isso é bom, muuuuuuiiiiitttttoooooo bom.

Mas sabe, eu sei lá, estava tudo tão calmo, estava tudo tão sóbrio. Ainda estou curtindo e querendo calmaria, mas isso não vai durar pra sempre, porque paixão é que nem gente: nasce, cresce, reproduz e, das duas uma: ou morre ou vira amor.

Escuta aqui, deixa eu sonhar?

"Escute-me só por um momento! Perdoe-me se lhe digo mais uma coisa: não posso deixar de aqui voltar amanhã. Sou um sonhador; a minha vida real tão reduzida, que momentos como estes que agora vivo são para mim de tal modo preciosos que não poderei evitar de os reproduzir nos meus sonhos. Sonharei contigo toda a noite, toda a semana, todo o ano! Voltarei obrigatoriamente aqui amanhã, justamente aqui, a este mesmo local, a esta mesma hora, e sentir-me-ei feliz por recordar o que hoje aconteceu.
Doravante, este lugar é sagrado para mim."
Dostoiévski, Noites Brancas - no coments

De volta, com Tudo de Samba no ar

Caramba, foi um sufoco, foi cansativo, foram noites insones, por vezes insanas, mas não é que saiu? Saiu e saiu bem, pelo menos é o que eu penso e o que dizem por aí. Estou feliz com o resultado do meu site, o TUDO DE SAMBA.

Foi um trabalho em equipe, o que não o tornou menos desgastante. À base de café, coca-cola, beirutes na madruga e muita polêmica entre os envolvidos. As discussões sobre cor, formato, estilo, fontes, links, conteúdo, etc foram formando o site que está hoje no ar, ainda incompleto, mas já caprichado.

Idéias que se perderam, idéias estas, muitas delas, que estão em stand by, esperando a oportunidade e a hora certa de ganharem forma.
Sei que, com todo o trabalho que deu, o resultado é satisfatório, mas ainda tem muito a melhorar.

Bom, é isso. Entra lá, cadastra, participa das promoções, cria o hábito de acessar, ok?

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Tudo de Samba


Caramba, tá chegando a hora de ver meu site de novo no ar. Estou na maior expectativa.

Vai dar tudo certo, tenho certeza.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Licenciatura x bacharelado

A licenciatura e o bacharelado têm grandes diferenças entre si. Escolher entre uma delas é mais do que decidir sobre uma modalidade de graduação. É mais como escolher entre uma vocação para sua carreira.

A licenciatura é voltada aos estudantes universitários que pretendem se dedicar à educação e a dar aulas. Professores, enfim. Estudantes de pedagogia, por exemplo, podem escolher entre uma licenciatura para terem mais liberdade de atuação dentro da própria área.

Dentro da pós-graduação da licenciatura, os alunos aprendem mais do que as disciplinas inerentes ao curso, como técnicas que o tornarão um bom professor, maneiras de transmitir a informação para um bom aprendizado. Além disso, é ensinado, também, fundamentos da política educacional, gerenciamento e avaliação do aprendizado, que dirão se a pessoa tem ou não vocação para o ensino.

Já no bacharelado, a formação é voltada basicamente para o mercado de trabalho, desenvolvendo uma atividade em determinada área de atuação. Quando se diz que alguém é "bacharel em direito", por exemplo, significa que o indivíduo se formou em direito e irá se especializar em algum dos ramos da área, e poderá tirar o diploma da Organização dos Advogados do Brasil (OAB).

Diferentemente da licenciatura, um bacharel não tem a "permissão" para dar aulas. Porém, ambos os cursos permitem que o aluno continue com os estudos acadêmicos, fazendo especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Um outro exemplo de bacharelado, são os formandos em engenharia que podem tirar o título do Conselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia (CREA).

Os estudantes podem, ainda, podem decidir por fazer os dois cursos ao mesmo tempo. Como as matérias da licenciatura são basicamente as vistas no colégio, é possível mesclar os cursos. Não é uma tarefa fácil, mas não significa que não possa ser feita. A possibilidade de escolha, cursando ambas, aumenta. É sempre bom ter algo a mais.

Fonte: Folha de S. Paulo - 2007

sábado, 8 de setembro de 2007

Poema em Linha Reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Álvaro de Campos

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Quando me amei de verdade

Eu não consigo, ainda, escrever todos os dias, mas tô melhorando, tenho que reconhecer. Mas o que me traz aqui hoje é um texto de Chaplin, enviado pela minha amiga linda, Priscila Curvelo. Amiga, thank´s. Lindo, lindo!
É isso aí! Bjos e boa lectura!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!

Charles Chaplin

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Filosofando sobre VÍCIO X AMOR

É isso aí, tô mesmo de licença, me recuperando de um probleminha de saúde e não ter o que fazer é assim mesmo. Aguenta!!! Lá vai:

Vício é uma merda. Amor, é outra coisa.
Vício contamina, condena. Amor, renova, liberta
Vício vulgariza, vício disfarça. Amor convida, sem amedrontar.
Vício apavora, faz sair correndo. Amor faz a gente saber esperar.
Vício é seco, exagerado, depressivo. Amor é terno, suave e destemido.
Vício aprisiona, critica, sepulta, castiga. Amor acredita, entende, respeita, eterniza.
Vício é sombra, descartável, pó. Amor é amor, pra sempre, e só.

Uhu, Pato Fu no Rio, não posso perder. Hora de levantar e encarar a vida.
Ah, só mais uma coisa. Outro dia postei o texto que a Bethânia recitou num show e quero completar o título. "Quando o amor vacila, CHUTA QUE É MACUMBA!" O Final foi por minha conta, é claro..rs...
Comenta aí, pô!!

domingo, 26 de agosto de 2007

Quando O Amor Vacila

Bom, hoje não vou escrever nada. Estou com sono, cansada, com dor nas costas. Hoje tá brabo!
Mas não podia deixar de colocar aqui um texto lindo que a Bethânia recitou no seu show Maricotinha. Delícia de texto. Boa leitura.


"Eu sei que por trás desse universo de aparências, das diferenças todas, a esperança é preservada.

Nas xícaras sujas de ontem, o café de cada manhã é servido. Mas existe uma palavra que eu não suporto ouvir e dela não me conformo.

Eu acredito em tudo, mas eu quero você agora. Eu te amo pelas tuas faltas e pelo teu corpo marcado, pelas tuas cicatrizes, pelas tuas loucuras todas, minha vida.

Eu amo as tuas mãos, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas. Amo o teu jogo triste, as tuas roupas sujas é aqui em casa que eu lavo.

Eu amo a tua alegria, mesmo fora de si, eu te amo pela tua essência, até pelo que você poderia ter sido, se a maré das circunstâncias não tivesse te banhado nas águas do equívoco.

Eu te amo nas horas infernais e na vida sem tempo, quando sozinha bordo mais uma toalha de fim de semana. Eu te amo pelas crianças e pelas futuras rugas.

Te amo pelas tuas ilusões perdidas e pelos teus sonhos inúteis. Amo o teu sistema de vida e morte. Eu te amo pelo que se repete e que nunca é igual.

Eu te amo pelas tuas entradas, saídas e bandeiras. Te amo desde os teus pés até o que te escapa.
Eu te amo de alma pra alma e mais que as palavras, ainda que seja através delas que eu me defenda, quando digo que te amo mais que o silêncio dos momentos difíceis quando o próprio amor vacila."

sábado, 25 de agosto de 2007

Saudades da minha preta linda

Perdi você, meu amor, assim, sem chance de fazer diferente. Entendo que não deu mais pra ficar comigo, mas confesso que a incerteza de não ter você pra mim estava acabando com meus planos mais bonitos e sinceros. O amor que construí por você foi gratuito, de cara, desde o primeiro dia, desde a primeira vez. Mas também, como não amar um ser tão especial, tão diferente, devotado e sempre pronto a me acarinhar?

Você se foi quando eu menos podia querer que fosse, foi num momento tão delicado, tão difícil, tão tão... mas tá bem.

Te vejo agora de longe, vejo suas fotos, as lembranças dos bons dias, da casa que já foi nossa, dos nossos cantos, dos nossos panos, planos, pêlos, pele e ossos.

É, minha preta, agora estou aqui, curtindo a saudade e torcendo pra que isso tudo passe logo. Mas me conforta o fato de saber que você está bem, que cresce, que esbanja saúde e exala sabedoria. Está cada vez mais linda, teu brilho é cada vez maior. Isso me é suficiente. Te amo, tá? Não esquece.

Não sei se o tempo e as circunstâncias te trarão novamente pra perto de mim, mas caso isso não aconteça, meu amor não muda, se renova todas as manhãs.

A vida é um jogo de atari - Pena que eu não entendia


É vivendo que a gente aprende que nada, além do espírito, é pra sempre. E quando a gente aprende, a ficha cai, os princípios mudam, o céu chega a mudar de cor, as estrelas voltam a brilhar. Quem a gente ignora passa a fazer tudo ter sentido, quem a gente amava já não tem importância. O desconhecido é temido, assim como o velho que faz mal, mas não nos magoa, pois dele nada se espera.

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E assim me parece a vida, como num pitfall, do velho atari, cheia de buracos, troncos rolando a todo momento, jacarés ávidos pelos nossos corpos, a fim de sugar toda nossa energia e nos tirar mais uma vida. Sem falar nos escorpiões...

Joguei atari durante anos e nem me dei conta do quando aquele humilde aparelho tentava me atentar. A vida é como nos jogos do atari. Mas basta eu parar pra pensar e percebo o quanto meus jogos preferidos tentavam me alertar.

River raid: A gente joga, passa pelos obstáculos, perde combustível, reabastece, bate num navio, num helicóptero, etc. Mas vamos passando as fases;

Frostbit: A vida no frio, os icebergs, os peixes pra matar a fome, os siris, carangueijos, gaivotas e outros bichos que apareciam pra me carregar. E eu matava a fome, fugia daqueles seres estranhos e, com isso, ia mudando de fase. Depois de fome, frio, de ter que me adaptar a velocidade dos pedaços de gelo e dos predadores ainda tinha que fugir de um urso polar, a fim de me aquecer, num iglu, que era protegido por ele;

Pacman: Esse todo mundo conhece bem. A gente come os pontinhos, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, alguém vai fazer o mesmo com a gente. E não dava outra. Chega uma hora que a gente se rende;

Boxe e tênnis: Ah, esses eram fáceis. Eram como se servissem pra elevar a auto-estima e fazer tudo parecer mais fácil;

Enduro: Como era bom passar por todos aqueles carros. Aquele jogo queria mostrar que não precisa trapacear pra ganhar, que é só a gente se dedicar que consegue superar limites, adversários, desafios e chegar no melhor lugar. Basta concentrar um pouco e redobrar a atenção;

Seaquest: desafiador também. Como no river raid e diversos outros, era necessário abastecer;

Demonatk: Era de espaço, naves de outros planetas..rs... isso eu que acho..rs....;

Hero: Dispensa apresentações. Maravilhoso. Tinha que ser precisa, estourar a bomba no lugar certo e salvar a princesa. Acho que era isso que eu tinha que fazer...rs......;

Freeway: O nome indica caminho livre, mas não era bem assim. Vida de galinha não é fácil. Acho aquele jogo pra lá de didático. A criança aprende a não atravessar na frente de carros, caminhões e a fins...rs...;

Keystone: Já que falamos em didático, o que era esse jogo? Uma demonstração clara de que roubar não é bom, que lugar de quem rouba é na prisão e que a polícia resolve tudo....rs.... só se for do Bope (é que vi o filme hj, aliás, o que é esse filme "Tropa de Elite"?)

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Mas é isso, sem querer, acho que hoje me dei conta de que o atari sempre tentou me avisar que a vida não era fácil, que enfrentaria diversos obstáculos, conheceria pessoas não tão boas, que aprenderia com elas e com as boas também.

É isso. A vida é um jogo de atari. E o resultado dos jogos depende de quem está no controle:

EU!

terça-feira, 14 de agosto de 2007

De volta


Nossa, depois de muito tempo, resolvi aparecer por aqui. Gente, quando a vida da gente não anda muita coisa, é melhor nem dividir. Eu, pelo menos, faço assim. Apesar de ser muito comunicativa, às vezes me entoco e fico até melhorar.

Mas nesse tempo teve coisa boa também. Fui ao Pan, conheci o Engenhão, a Arena Olímpica. Lamento não ter ido ao Parque Aquático Maria Lenk. Fica pra um próximo evento. Quem sabe o Parapanamericano?

Ah, também fiz aniversário, sem muita badalação, mas foi bom. 24 anos. Deu pra curtir e deu até pra notar que a idade tá me trazendo uma certa experiência, tô curtindo o momento.

Estou ouvindo o cd novo do Pato Fu "Daqui pro Futuro". Interessante. Tô me acostumando ainda. E continuo devorando o cd da Luciana Mello e o da Vanessa da Mata, Nêga e Sim, respectivamente. Valem à pena.

A música "Pra ver você chegar" no cd da Luciana e "algo de". Algo de maravilhoso, bem feito, suingue lá pra cima, alto astral total.

Curti a primeira, a segunda e a terceira temporada de "The L Word" e agora vou correr atrás da minha amiga Aninha pra pegar a quarta, correndo, pra saber como vai a filhinha da Betty e da Tina.

Ah, ando saindo um pouco mais que o habitual também, conhecendo gente nova, lugares nem tão novos. Tenho uns amigos novos muito especiais. Ah, mas os antigos também são, ok?

Ah, meu time, FOGÃO, foi líder até semana passada, mas o São Paulo resolveu começar a incomodar. Ainda acredito no título do Brasileirão 2007. Não vejo o São Paulo superior ao Fogão, mas futebol é assim mesmo. Nunca se sabe!

Tô com uns projetos novos de sites, mas só conto quando estiver pronto. Mandinguinha pra dar certo! Vou até acender uma velinha pro anjinho lindo que toma conta de mim.

Falando em mandinga...

Assisti "Ó paí ó". Bom! Parece um documentário sobre a Bahia e os costumes do povo de lá. Olha, não sei não, mas se eu fosse baiana, ficaria meio bolada...rs... se bem que eu acho que baiano não esquenta com isso não.

Mas o que é Lázaro Ramos e Wagner Moura, hein? Meu Deus. Agora, show mesmo quem dá é a atriz que interpreta a mãe dos gêmeos, Cosme e Damião. Lamento não saber seu nome. Vou pesquisar agora. peraí. Olha, entrei no site pra procurar o nome e o site merece uma visita também: http://www.opaio.com.br/. O nome da atriz é Luciana Souza e dá vida à Dona Joana, dona do Cortiço. Pelos personagens e pela atuação do elenco de primeira, vale à pena conferir o filme.

Bom, é isso. Depois eu volto, pra falar um pouco mais.
Valeu por ter vindo! Até a próxima, tá?

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Na Veia da Nêga

Primeiro post nesse novo blog tinha que ter LM.
Começo com uma música do Jairzinho e Luciana Mello, cantada pela LM em seu novo cd "Nêga".

Na Veia da Nêga ( com participação especialíssima do "Gabriel O Pensador")

Olha a nêga que vem chegando
Ela chega desconcertando
Ela mexe que mexe
Ela é de finesse

Na veia da nêga corre amor
Na veia da nêga corre o som
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom

Essa nêga ela vem cantando
E a vida ela vai levando
Ela sanba que samba
Ela sabe que é bamba

A veia da nêga é nagô
Na veia da nêga corre o dom
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom

Quero ver o que é que tem na veia da nêga
Quero saber o que é que tem a veia da nêga
Tem balanço, temAlegria também (tem)
Na veia da nêga corre sangue bom do bem

RAP:
Um brinde ao sangue da nêga que eu bebo e me embriaga
Nêga do sangue de fogo que não apaga
Nêga que chega, que chega, chega chegando, mulher
Se melhorar estraga
Não corre quando o bicho pega
A nêga não se entrega
O vinho da nêga é forte
É o forte da minha adega, melhor pedida
E quando a nêga chega eu sinto um frio na barriga
Faça o que ela obriga, digo o que ela quer que eu diga
Obrigado, nêga, você me castiga, mas me instiga
Me toma feito droga
Fico tonto feito tronco de jangada numa onda onda que joga
A nêga tira onda, dá nó em pingo de chuva
Vai só na boa, me ensaboa, me enxágua e enxuga
Não sei que sangue tem na veia da nêga
Mas essa nêga é morcega
E ainda bem que essa morcega me suga!

É isso!