Gente, sou noveleira, tá? O Rafinha ganhou com 50,15% dos votos a final do BBB8 e superou a Gysele. Eu estava torcendo pra ele mesmo. Ah, sou noveleira e vejo Big Brother, assumo e gosto. Acho interessante. Nem venha com esse papo de fútil, etc. Gosto e ponto!
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Mas o título do post faz referência à personagem da novela das 19h que vem dando um show e prendendo minha atenção. É bem verdade que a novela começou e eu estava aqui, nessa mesma cadeira ergonomicamente incorreta, olhando pra essa tela de15', trabalhando, mas tive que parar pra ver a cena em que a tal da Rakelli fica desesperada por causa do seu par Robson (personagem de Marcelo Faria, o peladão do teatro na peça "Dona Flor e seus dois maridos"), que saiu da cidade após ser rejeitado pela moça. Ela, arrependida, vai à casa dele e descobre que o mocinho se mandou, fugiu pra esquecer o amor que o esnobou. Ela volta pra casa e, na cena em que diz à mãe que vai viajar atrás do rapaz, a atriz que não sei o nome - 1 minuto pra eu procurar no google (Isis Valverde) - diz que ele foi pra Januária. A mãe, vivida pela atriz Zezé Polessa, pergunta onde fica Januária e Rakelli diz, prontamente, que deve ficar antes de
februaria, fazendo uma brincadeira com os meses em inglês (no caso, january e february). Foi ótima a cena e foi a grande pérola do dia. Hilário!
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Voltando a falar de BBB8, justo o prêmio pro Rafinha, merecido. Ele é engraçado, jogou e assumiu a todo instante, além de sortudo era predestinado e otimista. Sabia que ia longe desde o início. Muito legal. Só tem uma coisa que me incomodou muito: O que era a Pitty no BBB, gente? Ridículo, nada a ver. Chatoooooooooooo demais! Tirou o brilho da final! Coisas de gravadora que paga bem, etc e tal. Deixa isso pra lá. Vende quem tem espaço e audiência, compra quem tem dinheiro e interesse. O fato é que agora até a minha vó de 77 anos sabe quem é a roqueira baiana sem voz.
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Hoje enquanto trabalhava ouvi o Palco MBP com o Djavan e depois ouvi a estréia do Chat MPB com Jorge Vercilo. Interessantes. Estou ouvindo as novas músicas dos CD´s novos dos dois e estou gostando, devagar, mas gostando. "Matizes" do Djavan é bem interessante. "Todos nós somos um", do Jorge, tô ouvindo agora. Destaque para os sambas, claro. No CD do Vercilo, destaque para "Tudo que eu tenho", que fala do caminho e das influências que o levaram para a música. A faixa "Polytheama", que fala do time do Chico Buarque de Holanda também é "algo de" (de interessante, de bem trabalhado, de muito carioca, -mais. Ótimas! Dizer o quê de Djavan, né? Presta atenção na letra abaixo:
Delírio dos Mortais
Djavan
Composição: Djavan
Rio,
Podem dizer o que quiser
Mas o xodó do povo
É o Rio
Casa do samba e do amor
Do Redentor
Louvado seja o Rio,
RioPra delírio dos mortais
Pedras monumentais
Combinaram aqui
Um encontro colossal
E contorno de beleza igual
Nunca vi
Com esse poder
Outra cidade não há
Não consigo pensar em duas
É muito fácil sentir
A mão de Deus em tudo
Em Copacabana
O Rio bate um bolão
Garotas que passam têm lugar na canção
Tudo está ali
Pra quem sabe o que é bom
Ninguém mais esquece o réveillon
Fevereiro e março
É tempo de carnaval
O Rio que traço
É o lugar natural
Pras coisas do amor
Do jeito que se quer
Tamanho o esplendor da mulher
Os dois falam de Rio. Já gostei por isso. Depois falo mais.
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Tô indo deitar. Já tô errando a digitação e voltando toda hora.
Bjos, fui!