domingo, 23 de setembro de 2007

"IA - 08 - The end" e "Paixão é que nem gente(...)"

Bom, vou falar mais um pouco hoje.

Cara, sei lá, acho que o inferno astral - 08 que rondava a minha vida - falo isso sem exagero e com total conhecimento de causa - enfim passou, e deu lugar a um monte de coisas boas: meu trabalho na faculdade, meus amigos por perto, meu site reformulado e melhorando cada dia mais, etc.

Parece que a fase é boa e tenho que aproveitar de todas as maneiras, viver, em todos os sentidos. Até sinto saudades do pessimismo cômodo e preguiçoso que o "IA - 08" mantinha em mim, mas passou, tenho certeza que foi embora com o mês de agosto. Aliás, ô mês danado, cara! Ninguém merece. Todo ano grandes acontecimentos. Mas não quero pensar assim, senão não saio mais de casa durante 31 dias de agosto pelos próximos anos.

Sabe que tem me dado, às vezes, a leve sensação de estar me apaixonando? É, essa mania de me apaixonar à toa, essa coisa gostosa que só paixão dá na gente. Que sensação gostosa!

Agora, cá entre nós, se apaixonar é maravilhoso? É, mas dói! Dói porque é bom, porque me faz sentir o que eu já não pensava sentir. Volto a dormir menos tempo, pensando, pensando. E isso é bom, muuuuuuiiiiitttttoooooo bom.

Mas sabe, eu sei lá, estava tudo tão calmo, estava tudo tão sóbrio. Ainda estou curtindo e querendo calmaria, mas isso não vai durar pra sempre, porque paixão é que nem gente: nasce, cresce, reproduz e, das duas uma: ou morre ou vira amor.

Um comentário:

Anônimo disse...

"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera."
Continua...
Arnaldo Jabor